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Espondilite anquilosante gera muita dor nas costas e deve ser tratada imediatamente

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Engana-se quem pensa que dores nas costas é exclusividade de pessoas idosas.

As estatísticas demonstram que entre 80% e 85% da população mundial sente, sentiu ou sentirá dores na coluna. A espondilite anquilosante, por exemplo, acomete pessoas entre 20 e 40 anos, sendo que é de três a cinco vezes mais freqüentes em homens.

“Dor nas costas é definida como toda a condição de dor que afeta a coluna, seja na região cervical, dorsal ou lombar. A espondilite anquilosante é uma doença reumática crônica extremamente limitante se não tratada a tempo. E é muito comum entre jovens adultos”, explica Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Diagnóstico da Espondilite anquilosante

O médico do CREB explica que a característica de dor lombar é o que determina a suspeita para o diagnóstico. “No caso da espondilite anquilosante, a dor geralmente atinge adultos jovens, pode durar por mais de três meses, apresenta piora noturna e rigidez matinal, algumas vezes acompanhada de torcicolo, dor na virilha e calcâneos, e melhorando com exercícios. Em quadros mais crônicos, pode haver comprometimento dos membros superiores e inferiores, com rigidez severa de todo o tronco”, diz ele.

Outras manifestações da doença são febre baixa, perda de apetite e indisposições. “O diagnóstico preciso é predominantemente composto pela história clínica, realização de raio-X e exames reumatológicos específicos. É fundamental o tratamento precoce da espondilite, a fim de controlar o processo inflamatório e suas limitações, que além da mobilidade podem influir na qualidade respiratória”, acrescenta o Dr. Haim Maleh. Segundo ele, a hidroterapia e a acupuntura auxiliam no tratamento, ao lado da correção postural feita através do RPG.


Sente dor no cotovelo? Pode ser Tendinite

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Dor na região lateral do cotovelo que irradia para o antebraço pode ser tendinite

Uma das principais causas de dor no cotovelo é a tendinite, que acomete qualquer pessoa que realize esforços e movimentos repetitivos, como apertar parafusos ou digitar em posição inadequada.

Segundo o Dr. José Guilherme Correia, ortopedista do CREB, esta lesão se caracteriza por uma forte dor na região lateral do cotovelo e costuma se irradiar para o antebraço.

A tendinite no cotovelo é diagnosticada através de exames clínicos realizados por um profissional experiente, que os associa a exames complementares como a ultrassonografia, para análise e graduação da lesão.

Tratamentos

Existem tratamentos modernos que reduzem a necessidade de procedimentos cirúrgicos, trazendo de volta a qualidade de vida.

Medicação anti-inflamatória;
• Fisioterapia;
Repouso das articulações;
Viscossuplementação - também conhecida como infiltração de ácido hialurônico, é um dos tratamentos que mais respondem rapidamente na diminuição do processo inflamatório e na cicatrização do tendão.
• Terapia por Ondas de Choque (TOC) - Tratamento não cirúrgico com o objetivo de reduzir a inflamação, a dor e promover a cicatrização.


Dr. José Guilherme Correia
Médico Ortopedista; Especialista em Traumatologia, Ortopedia e Ombro;

Este artigo é meramente informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte um médico.


Lúpus: mulheres acometidas pela doença podem engravidar

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Doença de causa desconhecida, crônica e sistêmica, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa entre os 15 e 35 anos. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifes...

Doença de causa desconhecida, crônica e sistêmica, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa entre os 15 e 35 anos. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. “É importante deixar claro que o lúpus não é contagioso. Muita gente pensa que é, mas isso não é verdade”, pontua Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF.

O lúpus não é contagioso

“O diagnóstico acontece a partir de critérios clínicos e exames laboratoriais. E há tratamento, que vai depender dos sintomas apresentados pelo paciente. Os portadores da doença devem optar por hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada e atividade física regular. É muito importante que o paciente com lúpus evite expor-se ao sol”, aponta o médico do CREB.

O Dr. Haim Maleh também faz questão de destacar que mulheres com lúpus podem, sim, engravidar, ao contrário do que muita gente pensa. “A mulher com lúpus pode engravidar sem problemas. Mas a doença deve estar controlada há ao menos dois anos e ela não pode ser portadora de doença renal. O uso de anticoncepcionais será avaliado pelo médico”, finaliza ele.



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